O transporte de carga e a retomada da economia no pós-pandemia

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Ainda estamos no meio de uma pandemia, mas já começamos a sentir que o pior já passou. A Covid-19 transformou o mundo inteiro e abalou não só a saúde como a economia da maior parte dos países do mundo. Não foi diferente no Brasil. O isolamento social, a queda da demanda e a crise econômica impactaram vários setores, entre eles o de transporte e logística.

Para ilustrar a situação do setor, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o transporte rodoviário de cargas fechou o semestre com 22% de retração após registrar uma queda de 45,2% no mês de abril. Além disso, a média de empresas do ramo afetadas negativamente pela pandemia foi de 85%, com um pico de 94% na penúltima semana de maio. Contudo, apresentando sinais de melhora, o semestre terminou com um percentual de 78% das companhias prejudicadas. Os dados são corroborados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), segundo a qual houve a redução de 46,6% na demanda do transporte em agosto de 2020 em comparação com o mesmo período de anos anteriores.

O Grupo Arizona vem falando sobre esse impacto desde o início da pandemia (tendo inclusive participado de várias lives), mas já vislumbrando como seria o pós-pandemia e quais as ações deveriam ser desenvolvidas para superar esse período complicado pelo qual estamos passando. Assim, o desenvolvimento de tecnologias foi uma das ações primordiais não só faladas como implementadas nos processos da empresa. A busca por saúde financeira, manutenção da qualidade dos serviços prestados e valorização das relações humanas também estiveram entre as ações no combate à pandemia.

Dessa maneira, na medida em que o mercado retoma gradualmente suas atividades, o Grupo Arizona se desponta, uma vez que, o trabalho não parou nesse período. É claro que todas as medidas de segurança foram tomadas, como o envio para o home office de parte da equipe e a imposição de rígidos protocolos de segurança para os motoristas evitarem a contaminação pelo coronavírus nas estradas.

Destaca-se que o setor de transporte de cargas foi um dos setores que mais sentiram os efeitos da pandemia, especialmente no início, com dificuldades para abastecimento, higiene pessoal e alimentação dos motoristas nas estradas. Já a demanda por cargas caiu quase 50% em comparação com os meses normais antes da pandemia.

Contudo, coisas boas também aconteceram como o maior uso das tecnologias para melhorar processos, capacitações EaD para colaboradores, realizações de reuniões objetivas e sem custos via aplicativos, entre outros. As empresas que tinha caixa, clientes satisfeitos e excelente cadeia de suprimentos souberam passar pela crise e já estão acompanhando a retomada.

A tendência agora é de recuperação, embora a pandemia ainda não tenha acabado. Com os devidos cuidados e esperançosos por uma vacina rápida, seguimos confiantes em relação à volta do crescimento da economia brasileira, alavancada sobretudo pelo trabalho do setor de transporte. Estamos juntos nessa!

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