Logística 4.0: a realidade da nova revolução industrial já impacta o modo como o planejamento do transporte é realizado

Arizona logistica 4

O avanço da tecnologia também tem impactado o setor de logística. Até pouco tempo atrás, a Internet era usada apenas como um portal de acesso à informação e ao consumo; atualmente ela passa por uma rápida transformação digital. À medida que esse desenvolvimento avança, plataformas para produtos inteligentes surgem, conectando pessoas, dados e máquinas. Isso tem consequências significativas para o setor de logística, principalmente no que diz respeito à agilidade, flexibilidade e controle dos processos. Neste contexto, o Grupos Arizona se destaca em se posicionar inserida nessa seara.

Mas, o que de fato é a Logística 4.0?

Trata-se de uma rede integrada de processos logísticos que acontecem dentro e fora das empresas e das instalações de produção, cujo controle é descentralizado e feito em tempo real. A transformação digital, especialmente a rede de processos logísticos, oferece mais transparência nas cadeias de suprimentos e despacho e, portanto, melhora a gestão da cadeia de suprimentos.

Os objetivos da Logística 4.0 são a automação interempresarial e a otimização dos fluxos de materiais. Como pré-requisito e consequência da digitalização, foi criada uma flexibilização interativa de modelos de negócios, processos e redes de parceiros.

Sem Logística 4.0 não há Indústria 4.0

A Indústria 4.0 é considerada a quarta revolução industrial que acontece após a terceira revolução com a automação, a segunda, com a produção em massa e a primeira com a mecanização. Estamos na era da “Internet das Coisas e Serviços”, ou seja, caminhamos para um mundo em que é possível encontrar/fazer tudo ou ‘quase’ tudo de algum modo online.

Tudo isso oferece excelentes oportunidades de crescimento e vantagens competitivas para empresas que aderem às novas tecnologias e inovações associadas. Segundo especialistas, a transformação digital e a automação podem aumentar a produtividade em cerca de 30%.

Assim, os principais objetivos dessa quarta revolução industrial só podem ser alcançados se a logística for adaptada em conformidade. Tais adaptações incluem, em particular, as principais características da indústria 4.0: networking, descentralização, capacidade em tempo real e orientação de serviço.

Somente com a implementação bem-sucedida da Logística 4.0, as empresas podem criar as bases necessárias para enfrentar os desafios futuros da Indústria 4.0. Um exemplo simples é o processamento sem papel de pedidos de transporte com guias digitais.

Como funciona o Logística 4.0?

A Logística 4.0 não é planejada apenas uma vez e mantida da mesma forma por toda a eternidade. Ela está constantemente se adaptando a novos requisitos e se concentra no uso de tecnologias novas e inovadoras, como o gerenciamento da cadeia de suprimentos com base em previsões. Com essa e outras novas tecnologias, os seguintes aspectos logísticos podem ser otimizados: confiabilidade, qualidade e flexibilidade de entrega, bem como capacidade de entregar e nível de serviço.

Para isso, as empresas devem criar e implementar novos conceitos de planejamento, controle, monitoramento, bem como fluxos de informações e materiais. O objetivo é incluir todos os níveis de logística corporativa na transformação digital e identificar tecnologias adequadas para a otimização dos processos.

As soluções para a Logística 4.0 são voltadas igualmente para processos internos e externos. As cadeias e redes de valor têm se tornado cada vez mais complexas e globais e, por isso, exigem abordagens completamente novas para seu gerenciamento, a fim de coordenar os fluxos de materiais e informações dos fornecedores de matérias-primas aos clientes com mais eficiência.

O futuro: cadeia de suprimentos digital como pré-requisito para a Logística 4.0

Não será possível, de fato, implementar a Logística 4.0 com guias de remessa em papel ou com processos não transparentes ou manuais. Pelo contrário, os documentos digitais determinarão a logística do transporte multimodal de cargas no futuro. Uma cadeia de suprimentos digital de ponta a ponta é o pré-requisito básico para a Internet das Coisas.

Os remetentes, por exemplo, podem integrar os provedores de serviços de transporte em seus próprios processos digitais por meio do gerenciamento móvel de pedidos. Isso é possível conectando os motoristas eletronicamente por meio de terminais móveis, que estendem a cadeia de abastecimento digital até a cabine do motorista. O hardware necessário para isso consiste em smartphones ou tablets convencionais, que também estão disponíveis em versões robustas.

O pré-requisito para esse procedimento é a utilização de uma plataforma logística pelo expedidor que seja adequada para a gestão móvel de pedidos e equipada com uma interface correspondente. Os terminais móveis precisam apenas estar equipados com um aplicativo vinculado a essa plataforma, que encaminha os documentos digitais de carga aos motoristas. Posteriormente, os clientes assinam diretamente no visor, em seguida, os papéis são automaticamente arquivados no sistema do remetente. Ao mesmo tempo, a função GPS dos dispositivos móveis pode ser usada para localizar a posição do veículo de transporte em tempo real.

No longo prazo, apenas as soluções fornecidas em plataformas logísticas e utilizadas pelo maior número possível de transportadores e despachantes serão sustentáveis. Em última análise, a Logística 4.0 não se trata apenas de criar uma cadeia de suprimentos digital para empresas individuais, mas também de tornar várias cadeias de valor e de suprimentos compatíveis entre si e colocá-las em rede.

Vantagens da Logística 4.0

As empresas que contam com digitalização e automação podem criar vantagens competitivas significativas, reduzindo seus custos e, ao mesmo tempo, aumentar a satisfação do cliente transportando mercadorias e minimizando erros na entrega.

Qualidade dos dados

A coleta e o processamento de dados é uma das áreas funcionais mais importantes dos sistemas em rede. Não apenas os dados específicos do produto são importantes, mas também a avaliação das conexões.

Mais escopo nas negociações

As empresas que contam com uma rede internacional de contatos têm mais margem de manobra nas negociações de preços. Pode valer a pena investir em contatos e procurar parceiros adequados no exterior também. Como regra, isso também melhora sua posição de negociação no país de origem.

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