Conheça mais sobre o transporte de cargas perigosas

Transporte cargas perigosas

O transporte de cargas perigosas é uma das missões mais complexas, exigindo extremo cuidado e precisão por parte das empresas que atuam nesse segmento. Além de atenção à legislação vigente, é preciso observar as necessidades que os próprios modais brasileiros impõem. Por isso, o Grupo Arizona adota rigorosos procedimentos para esse tipo de operação, que tem atuação com as substâncias sólidas.

Para entender melhor essa atividade, vamos conhecer as principais cargas que se encaixam nessa classificação.

As principais cargas perigosas

As cargas perigosas são divididas em nove classes principais. São elas:

  1. Explosivos

São assim classificados por sua capacidade de gerar muito gás e calor em transformação química, podendo causar impactos ao meio externo. Por isso, o veículo que o transporta deve ser sinalizado. 

Em linhas gerais, são os insumos para produtos como dinamite e granada, tais como chumbo, nitroglicerina e fulminato de mercúrio; podendo ser transportados em seu estado líquido ou gasoso.

Os explosivos são subdivididos em seis classes: 

  • Subclasse 1.1: Substâncias e artigos com risco de explosão em massa; 
  • Subclasse 1.2: Substâncias e artigos com risco de projeção, mas sem risco de explosão em massa;
  • Subclasse 1.3: Substâncias e artigos com risco de fogo e com pequeno risco de explosão ou de projeção, ou ambos, mas sem risco de explosão em massa;
  • Subclasse 1.4: Substâncias e artigos que não apresentam risco significativo;
  • Subclasse 1.5: Substâncias muito insensíveis, com risco de explosão em massa;
  • Subclasse 1.6: Artigos extremamente insensíveis, sem risco de explosão em massa.
  1. Gases

Os gases podem ser inflamáveis, não-inflamáveis e não tóxicos ou tóxicos.

São considerados gases inflamáveis aqueles que, submetidos à mistura com o ar, sob a influência do calor, entram em combustão. Amoníaco e acetileno são exemplos desse tipo de gás. 

Já os não-inflamáveis e não-tóxicos não entram em combustão com o ambiente, mas podem ser asfixiantes ou oxidantes, como o hidrogênio e o monóxido de carbono. 

Os gases tóxicos, por sua vez, são aqueles que apresentam risco à saúde, seja pelo seu poder de corrosão ou por outro fator. Sulfeto de hidrogênio e a amônia são exemplos dessa subcategoria.

  1. Líquidos inflamáveis

São os líquidos ou misturas que tenham alto teor de combustão, como a gasolina e o benzeno. 

  1. Sólidos inflamáveis

Caso a carga seja composta por sólidos que, com o atrito, possam entrar em combustão, é classificada como perigosa. O magnésio metálico e o borneol se encaixam nessa classe.

Eles são subdivididos em:

  • Subclasse 4.1: Sólidos inflamáveis, substâncias auto-reagentes e explosivos sólidos insensibilizados; 
  • Subclasse 4.2: Substâncias sujeitas a combustão espontânea; 
  • Subclasse 4.3: Substâncias que, em contato com água, emitem gases inflamáveis.
  1. Substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos 

São subdivididas em:

  • Subclasse 5.1: Substâncias oxidantes;
  • Subclasse 5.2: Peróxidos orgânicos.

No caso dos oxidantes, eles podem causar ou potencializar uma combustão por serem termicamente instáveis, como o permanganato de potássio.

Os peróxidos orgânicos, por sua vez, também apresentam instabilidade térmica e podem sofrer decomposição exotérmica e auto-acelerável, além de serem sensíveis a atritos e impactos. Um exemplo deles é o peróxido orgânico de benzoíla.

  1. Substâncias tóxicas e substâncias infectantes 

Essa classe se subdivide em:

  • Subclasse 6.1: Substâncias tóxicas;
  • Subclasse 6.2: Substâncias infectantes;

As substâncias infectantes são aquelas que podem ser prejudiciais ao homem, meio ambiente ou animais por portarem uma patologia infecciosa. O lixo hospitalar é um exemplo dessa categoria.

Já as tóxicas se caracterizam por seu alto grau de risco, não importando o estado em que se encontram, podendo levar até mesmo à morte, em caso de contato, seja por inalação, ingestão ou toque.

  1. Material radioativo

Substâncias que podem liberar energia em forma de radiação. Urânio 235 e Césio 137 fazem parte dessa classe.

  1. Substâncias corrosivas 

Essas substâncias são consideradas perigosas pelo seu potencial de corroer tecidos vivos e até mesmo aço, caso não tenham a proteção correta. Além disso, podem liberar vapores tóxicos. Eles podem ser ácidos ou bases, como o ácido sulfúrico e o hidróxido de potássio.

  1. Substâncias e artigos perigosos diversos

Essa classe reúne as cargas que não se enquadram nas anteriores, mas que podem gerar risco ao condutor e ao veículo, como óleos combustíveis e baterias de lítio.

Certificações que garante segurança e qualidade

Ao entender o risco que cada uma dessas substâncias carregam, você pode perceber a importância de se ter uma empresa com alto grau de segurança e excelência no transporte de cargas perigosas. 

Por isso, o Grupo Arizona trabalha com certificações importantes, que regulam e atestam a qualidade do serviço, como a SASSMAQ, ISO 9001 e o certificado da International Cyanide Management Institute (ICMI).

Se o transporte de cargas perigosas sólidas é a sua necessidade, entre em contato conosco.

1 comentário em “Conheça mais sobre o transporte de cargas perigosas”

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